
Era uma vez um espantalho chamado Gustavo, este espantalho era muito amigo dos pássaros e em vez de os espantar, deixava-os dar bicadas nas espigas. Em troca os pássaros tinham de levar mensagens de amor a Amélia uma espantalho que vivia no cimo da colina e por quem Gustavo estava apaixonado e sonhava poder abraçar.
Mas quando chegou o Outono, as andorinhas foram embora e Gustavo ficou muito triste, pois no lugar delas chegaram os corvos que com a sua voz estridente assustavam Amélia e por isso Gustavo não podia mandar as suas mensagens de amor.
Um dia, apareceu um caçador com uma arma e Gustavo que estava sempre alerta deu um grito para os avisar.
De repente ouviu-se um tiro e o caçador começou à procura da codorniz que pensara ter morto, ficou com muito calor e por isso tirou o cachecol e pendurou-o no ombro de Gustavo.
Para grande surpresa de todos, a codorniz estava num dos bolsos de Gustavo e apenas ligeiramente ferida.
Em troca de lhe ter salvo a vida a codorniz, Gustavo pediu à codorniz que levasse o cachecol do caçador de presente para a Amélia.
Passado um bocado, o caçador voltou para buscar o seu cachecol e qual não foi o seu espanto quando viu que ele já não estava no sitio onde o tinha deixado, resolveu então tirar o casaco e o chapéu ao Gustavo, este estava indignado, mas nada podia fazer. Os animais decidiram então atacar o caçador que pegou em Gustavo como se fosse um bastão para se defender.
Começou então uma correria louca pela colina acima, chegados ao topo da colina, os animais disseram ao caçador para parar com aquele disparate até porque o tinham ajudado a encontrar o cachecol.
O caçador deixou então Gustavo em paz, ali mesmo ao lado de Amélia como sempre sonhara.
Ajudado pela Nortada de Outono, Gustavo pôs a manga do seu casaco por cima do ombro de Amélia e ficaram ali finalmente casados, iluminados pela lua brilhante.
Mas quando chegou o Outono, as andorinhas foram embora e Gustavo ficou muito triste, pois no lugar delas chegaram os corvos que com a sua voz estridente assustavam Amélia e por isso Gustavo não podia mandar as suas mensagens de amor.
Um dia, apareceu um caçador com uma arma e Gustavo que estava sempre alerta deu um grito para os avisar.
De repente ouviu-se um tiro e o caçador começou à procura da codorniz que pensara ter morto, ficou com muito calor e por isso tirou o cachecol e pendurou-o no ombro de Gustavo.
Para grande surpresa de todos, a codorniz estava num dos bolsos de Gustavo e apenas ligeiramente ferida.
Em troca de lhe ter salvo a vida a codorniz, Gustavo pediu à codorniz que levasse o cachecol do caçador de presente para a Amélia.
Passado um bocado, o caçador voltou para buscar o seu cachecol e qual não foi o seu espanto quando viu que ele já não estava no sitio onde o tinha deixado, resolveu então tirar o casaco e o chapéu ao Gustavo, este estava indignado, mas nada podia fazer. Os animais decidiram então atacar o caçador que pegou em Gustavo como se fosse um bastão para se defender.
Começou então uma correria louca pela colina acima, chegados ao topo da colina, os animais disseram ao caçador para parar com aquele disparate até porque o tinham ajudado a encontrar o cachecol.
O caçador deixou então Gustavo em paz, ali mesmo ao lado de Amélia como sempre sonhara.
Ajudado pela Nortada de Outono, Gustavo pôs a manga do seu casaco por cima do ombro de Amélia e ficaram ali finalmente casados, iluminados pela lua brilhante.
Texto Colectivo Ilustração Adriano
2 comentários:
Gostei do vosso conto.
O Adriano fez uma linda ilustração.
Recordo de ver esta ilustração, na sua fase inicial. O Adriano é um espectáculo a desenhar, está magnífico. Quero dar os parabéns à Professora Sandra, pelo árduo trabalho que está a desenvolver com a sua turma... Dias mais complicados, outros que nem sabemos como passaram tão rápido... Uma bjoca
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